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	<title>Bebé Archives - TEU Centro</title>
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		<title>A Osteopatia Pediátrica pode ajudar o teu bebé</title>
		<link>https://www.teucentro.pt/osteopatia/a-osteopatia-pediatrica-pode-ajudar-o-teu-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webdevseo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Osteopatia Pediátrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/artigo-osteopatia-pediatrica-pode-ajudar-o-teu-bebe.png" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/artigo-osteopatia-pediatrica-pode-ajudar-o-teu-bebe.png 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/artigo-osteopatia-pediatrica-pode-ajudar-o-teu-bebe-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>A chegada de um bebé é um momento mágico, mas também pode ser desafiador....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/artigo-osteopatia-pediatrica-pode-ajudar-o-teu-bebe.png" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/artigo-osteopatia-pediatrica-pode-ajudar-o-teu-bebe.png 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/artigo-osteopatia-pediatrica-pode-ajudar-o-teu-bebe-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><p>A chegada de um bebé é um momento mágico, mas também pode ser desafiador. Adaptação para a mãe, ajustes para a família toda e, para o recém-nascido, a transição para um mundo completamente novo. É nesse contexto que a osteopatia pediátrica pode ser uma aliada valiosa.</p>
<p>Muitas vezes, o parto, mesmo que considerado &#8220;normal&#8221;, impacta o bebé. O parto, seja vaginal (com ou sem fórceps/ventosas) ou cesariana, e mesmo a posição fetal intrauterina, podem causar tensões musculares e articulares no bebé. Essas tensões, por menores que pareçam, podem provocar desconforto e dificuldades como:</p>
<ul>
<li><strong>Cólicas:</strong> Uma das queixas mais comuns dos pais, as cólicas podem estar relacionadas a problemas digestivos, mas também a restrições musculoesqueléticas que afetam a mobilidade intestinal.</li>
<li><strong>Dificuldades na amamentação:</strong> Postura inadequada ou tensões na boca e pescoço podem dificultar a pega correta e a sucção eficaz.</li>
<li><strong>Refluxo:</strong> O desconforto causado por tensões pode agravar o refluxo gastroesofágico.</li>
<li><strong>Problemas de sono:</strong> Bebés desconfortáveis tendem a dormir mal.</li>
<li><strong>Choro excessivo:</strong> Uma forma do bebé comunicar o seu desconforto.</li>
<li><strong>Assimetrias cranianas (plagiocefalia, braquicefalia ou dolicocefalia):</strong> A posição preferencial da cabeça do bebé pode levar ao achatamento de um lado do crânio. A osteopatia pode ajudar a corrigir isso, estimulando a mobilidade e o desenvolvimento craniano.</li>
</ul>
<p>A osteopatia pediátrica utiliza técnicas suaves e não invasivas para tratar essas alterações. O osteopata avalia a mobilidade das estruturas do corpo do bebé, identificando as restrições e aplicando técnicas manuais para restaurar o equilíbrio. Isso auxilia no alívio das dores, melhora a digestão, facilita a amamentação e promove um desenvolvimento harmonioso. A consulta precoce permite a deteção e correção de problemas desde o início, prevenindo possíveis complicações futuras.</p>
<p>Não se trata de substituir a consulta pediátrica, mas sim de complementar os cuidados, oferecendo uma abordagem holística e suave para o bem-estar do bebé. Um osteopata pediátrico pode ser um ótimo parceiro nesta jornada, contribuindo para um início de vida mais tranquilo e saudável.</p>
<p>Ainda assim, não é necessário que o bebé apresente uma condição específica para procurar um osteopata. Uma avaliação osteopática pode ser benéfica como medida preventiva, assegurando o desenvolvimento saudável. No entanto, não é demais reforçar que é importante consultar um osteopata se teu filho apresentar algum dos sintomas mencionados acima, ou se existirem questões sobre o desenvolvimento físico.</p>
<p>Copyright 2024 Osteopata Carla Mendes | Todos os direitos reservados</p>
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		<title>Sono nas férias</title>
		<link>https://www.teucentro.pt/desenvolvimento/sono-nas-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webdevseo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 08:25:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2023/12/sono-nas-ferias.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2023/12/sono-nas-ferias.jpg 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2023/12/sono-nas-ferias-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>Mês de Dezembro é união e familia e muitas famílias vão de férias e se para muitos isso significa dias e noites...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2023/12/sono-nas-ferias.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2023/12/sono-nas-ferias.jpg 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2023/12/sono-nas-ferias-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><p>Mês de Dezembro é união e familia e muitas famílias vão de férias e se para muitos isso significa dias e noites para descansar e dormir bem, para quem tem bebés e crianças pequenas pode não ser bem assim.</p>
<p>Para quem tem filhos que já dormem bem, o importante deve assegurar alguns pontos para facilitar a adaptação ao novo ambiente:</p>
<p>1. não esquecer de levar os objetos de consolo como a chucha ou fraldinha, assim como o saco de dormir para os que já usam.</p>
<p>2. Dar a conhecer a nova cama e novo quarto antes de ser a hora de dormir. Colocar lá os objetos de consolo com a ajuda do bebé, por o bebé a explorar um pouco o espaço quando está acordado e bem disposto.</p>
<p>3. Verificar a luminosidade que pode entrar de manhã e considerar levar uns &#8220;blackouts&#8221; para prender na janela.</p>
<p>4. Um aparelho de ruído branco pode ser uma boa ajuda para as sestas ou mesmo o sono noturno para ajudar a anular ruídos do exterior e prolongar os sonos.</p>
<p>Sobre sair das rotinas que o bebé já tem estabelecidas a verdade é que não há formulas nem respostas únicas. Cada bebé tem uma melhor ou pior capacidade em lidar com as alterações da rotina. Se por um lado há bebés &#8220;portáteis&#8221; que se adaptam bem a sair das rotinas e a dormir em ambientes novos há outros que nem por isso!</p>
<p>O que temos de perceber é que os hábitos corretos e rotinados de sono trazem previsibilidade e regularidade tanto aos bebés como aos pais. Interromper esta previsibilidade e/ou a regularidade nas rotinas ou ambiente de sono pode trazer algumas alterações comportamentais, de humor, de sono e alimentares — temos de gerir expectativas e também as saídas da rotina sem fazer dramas, tirando partido de tudo de bom que trazem para a família.</p>
<p>Os hábitos e o comportamento do sono que o bebé já tem em casa são os que o bebé deve manter durante as férias &#8211; ou seja &#8211; não se fazem intervenções comportamentais para ensinar a dormir ou melhorar hábitos de sono quando se está de férias. O mais importante durante as férias e dar oportunidades de sono ao bebé que estejam no possível dentro das suas necessidades. Isto significa estar atento a janelas de vigília e evitar que o bebé chegue a estados de exaustão &#8211; só vai potenciar birras, faltas de apetite e outras desregulações. </p>
<p>Se os pais querem ir jantar fora e querem/ou precisam levar o bebé devem assegurar que quando o bebé estiver cansado o conseguem adormecer &#8211; mesmo que isso signifique colocá-lo num marsúpio ou embalar num carrinho de passeio ou no colo. O que podem esperar é que na manhã seguinte a uma &#8220;noitada&#8221; o bebé acabe por acordar na mesma à hora habitual, é normal e expectável. O que isto significa é que nesse dia seguinte temos de reforçar ou insistir mais nas sestas de recuperação para que não haja cansaço a acumular.</p>
<p>As sestas diurnas fora de casa são possíveis mas requerem dedicação. Alguns bebés vão conseguir melhor que outros mas acima de tudo o importante é não desistir das sestas e tentar criar previsibilidade.</p>
<p>Os objetos de consolo, algum tipo de ritual antes da sesta, um aparelho de rúido branco, uma boa sombra e uma boa hidratação antes de deitar são alguns dos pontos essenciais para ajudar a fazer sestas em condições.</p>
<p>O tempo ao ar livre, a brincadeira ativa, os mimos e as gargalhadas com os pais são ótimos ingredientes para um sono de qualidade &#8211; mas atenção ao acumular de cansaço que não vai ajudar. A transição de ambientes e a redução gradual de estímulos pode ser muito importante para alguns bebés &#8211; conheçam bem o vosso.</p>
<p>Por último, tentem não ter expectativas muito elevadas pois isso pode gerar ansiedade que é o que queremos evitar numas férias. Encarem o sono com descontração, assumam apenas algumas regras possíveis e acima de tudo ofereçam oportunidades e sono ao bebé. Boas férias!</p>
<p>Copyright 2023 Psicóloga Maria Serra Brandão | Todos os direitos reservados </p>
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		<title>Osteopatia + Babywearing</title>
		<link>https://www.teucentro.pt/saude/osteopatia-babywearing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webdevseo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 05:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-osteopatia2.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-osteopatia2.jpg 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-osteopatia2-600x400.jpg 600w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-osteopatia2-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>Na procura do bem-estar do bebé vários pais encontram resposta em tratamentos de Osteopatia...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-osteopatia2.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-osteopatia2.jpg 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-osteopatia2-600x400.jpg 600w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-osteopatia2-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><p>Na procura do bem-estar do bebé vários pais encontram resposta em tratamentos de Osteopatia.<br />
Sabiam que em algumas situações a Osteopatia deverá unir-se à prática de Babywearing?<br />
O TEU centro juntou-se ao osteopata Gonçalo Santos e à Pulguinhas e colocou as questões que são mais frequentes os pais fazerem para esclarecer-vos o mais possível.</p>
<p><strong>Que casos de Osteopatia podem beneficiar com a prática do Babywearing?</strong></p>
<p>Os benefícios da utilização do Babywearing são inúmeros e neste artigo queremos trazer ao consciente que para além da praticidade que os pais têm quando utilizam, há certas situações em que a sua utilização traz benefícios para os bebés que apresentam algum tipo de problemas. Enquanto osteopata especializado em bebés, recomendo a utilização do Babywearing como complemento do tratamento nestas situações específicas:</p>
<p><strong>1. Bebés com sinais de imaturidade:</strong></p>
<p>Todos os bebés nos primeiros meses de vida são imaturos, naturalmente. Contudo, há alguns casos em que esses sinais de imaturidade são muito exacerbados, levando frequentemente a um padrão de choro compulsivo, levando ao desespero dos pais. São bebés que se acalmam com um bom colo, ou uma postura de maior contenção. Ter pouco espaço, leva-os a um meio embrionário que conhecem e que lhes transmite calma e segurança.<br />
A linguagem postural que estes bebés utilizam para comunicar a sua insegurança é a de chorarem com a abertura de braços constante e o reflexo de Moro muito presente. Apesar de poder estar a pensar que todos os bebé têm este padrão, a realidade é que há bebés que vêm mais adaptados ao meio exterior e outros mais inseguros. O contexto do tipo de parto ou da gravidez pode explicar alguns pormenores neste tipo de bebés.<br />
Para além de algumas técnicas específicas que utilizamos em Osteopatia, recomendamos frequentemente aos pais a utilização de panos e outros utensílios de Babywearing que possam recriar as condições que o bebé tinha dentro da barriga da mãe. Acalmando o bebé, progressivamente vamos introduzindo ao bebé o mundo exterior, cheio de estímulos. Nestes casos de bebés com sinais de imaturidade, o Babywearing faz milagres!</p>
<p><strong>2. Bebés com refluxo</strong></p>
<p>Os bebés com refluxo têm preferência por estar na posição vertical, porque esta facilita que o conteúdo gástrico desça para o estômago e restantes órgãos da digestão. Dizendo isto, é fácil compreender que a utilização das opções de Babywearing podem ser um excelente aliado nesta temática, nomeadamente os panos ou as mochilas em que o bebé está numa posição mais vertical.<br />
Está principalmente recomendado aos bebés que têm um nível de refluxo moderado ou grave, porque irá trazer mais conforto ao bebé e é uma das recomendações que eu dou aos pais como complemento dos tratamentos de Osteopatia.</p>
<p><strong>3. Bebés com cólicas</strong></p>
<p>Os bebés com cólicas, adoram todas as opções de Babywearing! Principalmente porque o contacto barriga com barriga tem efeitos térmicos que relaxa a musculatura abdominal e pode em muitos casos terminar com aquele período de choro em que os pais já não sabem mais o que fazer.<br />
Para além do calor que relaxa todo o abdómen do bebé, há os benefícios emocionais para este, uma vez que este sente-se mais seguro por estar próximo do seu progenitor e, isso traz benefícios imediatos. Não esquecer que os intestinos têm uma componente emocional importante (certamente todos já sentimos uma reação na barriga quando temos um evento importante) e nos bebés acontece exatamente o mesmo. São chamadas as cólicas de origem emocional.<br />
Portanto, sejam as cólicas de origem física ou emocional, experimente a utilização do Babywearing, como complemento às massagens ou às consultas de Osteopatia que está a fazer com o seu bebé.</p>
<p><strong>4. Bebés com luxação da anca</strong></p>
<p>(Este tema é mais sensível e requer mais cuidado e acompanhamento pelo ortopedista pediátrico.)<br />
Nos casos de luxação da anca ligeiros, há algumas estratégias que são recomendadas para que haja um alinhamento dos ossos da anca. A ideia para criar um maior alinhamento nestes casos ligeiros, é o de manter o bebé numa posição em que tenha as pernas mais abertas.<br />
A utilização de duas fraldas em simultâneo é conhecida e, ao analisar a posição que os bebés têm quando estão no pano ou nas mochilas ergonómicas (ergonómicas significa que são mochilas que têm que ter um apoio em toda a parte de baixo da coxa, as mochilas em que os bebés têm as pernas caídas são contra-indicadas) podemos igualmente recomendar a sua utilização nestas situações. Relembro que estas são estratégias complementares no tratamento, será fundamental articular com outras recomendações por parte do Ortopedista, Osteopata ou pelo Fisioterapeuta.</p>
<p><strong>5. Bebés com deformações nos ossos do crânio</strong></p>
<p>No tratamento dos achatamentos da cabeça do bebé, é essencial que essa zona plana da cabeça do bebé não esteja em contacto com uma superfície mais dura. A utilização das estratégias de Babywearing é muito importante como complemento aos tratamentos de Osteopatia, utilização da almofada específica para estes casos ou a alguns exercícios específicos.<br />
Recomenda-se a utilização dos Slings com a cara do bebé virada para o cuidador, deixando a parte de trás da cabeça livre, sem pressão.<br />
Relembro que este tipo de estratégias isoladamente não corrigem os casos de Plagiocefalia e Braquicefalia, mas evita que se agrave mais.<br />
As consultas de Osteopatia Infantil são muito importantes para devolver a essa zona plana da cabeça a elasticidade e a forma correta para o crescimento ser mais alinhado.</p>
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		<title>Baby Led Weaning o que é?</title>
		<link>https://www.teucentro.pt/alimentacao/baby-led-weaning-o-que-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webdevseo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 02:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-blw2.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-blw2.jpg 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-blw2-600x400.jpg 600w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-blw2-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>Segundo a nossa especialista, Enf.ª Maria Fernandez, “de uma forma resumida, o Baby Led Weaning (BLW)...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-blw2.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-blw2.jpg 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-blw2-600x400.jpg 600w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-blw2-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><p>Segundo a nossa especialista, Enf.ª Maria Fernandez, “de uma forma resumida, o <strong>Baby Led Weaning (BLW)</strong> é uma abordagem de introdução dos alimentos aos bebés, da forma mais natural para eles, na qual os próprios bebés vão dirigir o processo desde o início, em autorregulação, com inúmeros benefícios para eles e para a família, incentivando a autonomia e respeitando o seu ritmo e as suas escolhas no momento da refeição. O BLW é algo já muito natural noutros países, enquanto abordagem alternativa à tradicional, e com benefícios evidentes.</p>
<p>Há alguns países onde o BLW está perfeitamente integrado nos hábitos familiares: Inglaterra, Espanha, Austrália, Países Nórdicos e em tantos outros. Em Espanha, por exemplo, os pais saem da consulta do pediatra com um folheto que contém explicações sobre a opção tradicional e o BLW, para que escolham qual preferem: a tradicional (a dos triturados), o BLW, ou um misto de ambas.<br />
O BLW é algo que, para mim, faz todo o sentido, sobretudo porque, no meu contacto diário, profissional, com as famílias, percebi que havia algo no método tradicional que não resultava e que havia que mudar. Continua a recomendar-se que as nossas crianças comam o mesmo que há trinta anos. O método tradicional deu resposta, durante muitos anos, a problemas que havia então, como a fome e a consequente desnutrição. Mas é difícil crescer saudável com pratos cheios de farinhas refinadas, gorduras hidrogenadas e açúcar, nas suas várias formas. O BLW e estas abordagens mais inovadoras vêm dar resposta aos problemas e carências mais atuais, nas sociedades mais desenvolvidas. Por isso, as famílias procuram estas abordagens mais recentes, como o BLW, porque sentem que dão resposta ao que os bebés de hoje precisam. Cada vez mais, as pessoas procuram abordagens que as protejam das doenças e da obesidade, e que sejam mais sustentáveis.<br />
Em termos de parentalidade, os pais olham para o bebé como alguém único, que tem necessidades e precisa de estímulos exclusivos. Por isso, querem aprender a ler os seus bebés e perceber o que eles precisam, em cada momento, para crescerem saudáveis. E o BLW é uma forma de apresentar os alimentos aos bebés na qual é o bebé que nos guia, conforme os sinais de fome e de saciedade que sente, e não conforme os critérios rígidos dos pais: é o próprio bebé que vai dizendo quando tem fome e quando começa a ficar satisfeito. É uma forma de alimentar, baseada no respeito pelos instintos do bebé, e que fomenta também a sua autonomia. Porque os pais têm todo o interesse em que os bebés desenvolvam as suas capacidades ao máximo e este método ajuda-os também nesse sentido.</p>
<p>Esta autorregulação acontece ao nível da quantidade, na medida em que é o bebé que controla os seus próprios sinais de fome e saciedade, mas existe também a crença de que o bebé sabe do que precisa, por instinto. Por exemplo, as famílias dizem-me várias vezes que os seus bebés, com apenas 6 meses, mostram especial preferência por certos alimentos, como o frango ou o ovo, que são ricos em ferro – um micronutriente do qual os bebés precisam imenso aos 6 meses. E se os deixarmos decidir o que vão comer em maior quantidade, eles vão guiando os pais, no sentido de lhes dizer o que mais precisam, nesse momento. E com um ano, quando começam a andar e a ter mais gastos de energia, normalmente, dão preferência às massas ou arroz, que são alimentos que aportam importantes quantidades de energia. Este método também tem uma outra vantagem, que é o de fomentar a confiança dos pais no bebé. Contudo, há uma ressalva que devo fazer: os pais devem apresentar aos bebés refeições equilibradas, em termos de nutrientes. Por isso, esta abordagem é tão interessante, porque também leva os pais a quererem aprender mais sobre a alimentação dos filhos, e acaba por acontecer uma mudança alimentar positiva em toda a família. Daí existir um curso para esse efeito, associado à escolha do BLW como método de alimentação. Há quem ache que o BLW é o método do ‘vale tudo’, mas não podiam estar mais enganados: o BLW promove a autonomia e a autorregulação, mas acima de tudo o equilíbrio de nutrientes e um comportamento alimentar saudável.</p>
<p>Nas minhas consultas e cursos no TEU centro ensino os pais a tirar o melhor partido do BLW. Sobretudo, foco-me em como apresentar os alimentos ao bebé, de forma equilibrada, mas também segura. Segura, porque aprendem sobre as medidas básicas de segurança, e assim, não existe maior risco de engasgamento do que no método tradicional. E também porque não pode faltar energia. Ou seja: o bebé não pode ficar menos alimentado do que se comesse uma papa; e não pode faltar ferro, que é algo essencial aos 6 meses, entre outros nutrientes fundamentais. Hoje em dia, as recomendações, a nível internacional, dizem que não há um alimento melhor do que o outro para começar a introdução da alimentação complementar, mas o ferro tem que ser uma prioridade. E é essencial que os pais tenham isso presente: A segurança, o aporte de energia, o ferro e existir variedade de oferta de hortofrutícolas. Ou seja, também tem de haver sempre um legume ou uma fruta no prato do bebé.</p>
<p>Na minha experiência, os bebés que são alimentados através da abordagem BLW têm realmente uma apetência muito grande por vegetais e por fruta. Mas a evidência científica também afirma isso: com 2 anos, estes bebés têm maior apetência natural por um leque maior de hortofrutícolas. Vejo o entusiasmo das crianças mais velhas, ao apreciarem alimentos saudáveis no seu estado natural, frescos e sazonais, pela variedade e na forma em que lhes foram apresentados com 6 meses.</p>
<p>O momento da refeição deve ser um momento de aprendizagem e de amor. O momento em que olhamos para os olhos dos nossos bebés e das nossas crianças e temos uma conversa agradável. A OMS diz isso mesmo e eu não podia concordar mais, apesar de parecer que tal não se coaduna com os tempos em que vivemos, em que andamos todos com pressa. Se olharmos para uma abordagem mais tradicional, o mote normalmente é ‘Despacha o bebé, dá-lhe a sopa e a papa; e a seguir jantamos nós com calma’. Na realidade, não resulta. Porque nem é fácil ‘despachar’ um bebé, num processo que para ele é novo e de descoberta, nem é adequado, para a sua saúde, não deixar que o bebé guie o seu próprio ritmo, porque vai trazer consequências a curto e a longo prazo, como a obesidade infantil – que nem é das que tem pior prognóstico. Ou seja, não respeitar o ritmo e os próprios limites de saciedade e fome do bebé, pode trazer consequências importantes no longo prazo. No BLW vamos todos partilhar a refeição e incluir o bebé desde cedo nesse momento tão importante para o seu desenvolvimento, a vários níveis. E vamos poupar imenso tempo, na confecção – se soubermos como fazê-lo – e na partilha das refeições à mesa. E se o bebé precisar de mais tempo, isso não colide com os tempos dos adultos de forma tão impactante.<br />
Portanto, o BLW é mais que um método para alimentar uma criança, na medida em que há dimensões que são tão importantes como os nutrientes em si: a forma positiva como se aprecia o momento da refeição, por exemplo, que influencia muito a saúde do bebé no futuro.</p>
<p>Não sei se dar de comer, é a mais bonita, entre as várias formas de amar, mas há muitas mães que acham que não são tão boas mães, se os filhos não comerem o que elas cozinharam com tanto carinho. Isso pode acontecer por imensas razões, que têm só que ver com o estado de ânimo da criança ou com o facto de ela estar com o desconforto próprio do nascimento dos primeiros dentes, entre tantas outras coisas. Nesse caso, temos que confiar na criança e pôr o nosso amor no ato de a compreender, em vez de no facto de ela não ter comido o que nós fizemos com tanto amor.”<br />
Escrito pela Enfermeira Maria Fernandez.</p>
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		<title>Mala de maternidade o que levar?</title>
		<link>https://www.teucentro.pt/saude/mala-de-maternidade-o-que-levar/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 01:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-mala2.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-mala2.jpg 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-mala2-600x400.jpg 600w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-mala2-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>O TEU Centro juntou-se à Enf.ª Carmen para ajudar as mães neste momento tão especial que é o nascimento do seu filho.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="724" height="483" src="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-mala2.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-mala2.jpg 724w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-mala2-600x400.jpg 600w, https://www.teucentro.pt/wp-content/uploads/2022/08/teu-blog-mala2-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><p>O TEU juntou-se à Enf.ª Carmen para ajudar as mães neste momento tão especial que é o nascimento do seu filho.<br />
Muitas dúvidas surgem nesta altura mas a mais comum tem a ver com a mala da maternidade.</p>
<p>“O que levar para a maternidade? A partir de quando organizar as coisas? Quantas malas levo?” são algumas das perguntas que a Enf.ª Carmen mais ouve e nesse sentido estamos aqui para vos ajudar.</p>
<p>Sabendo que nem toda a gravidez é de termo (entre as 38 e 41 semanas) e que há bebés que têm pressa de conhecer os pais e o mundo, segundo a Enf.ª Carmen, o ideal será preparar a mala da maternidade por volta das 30 semanas de gestação. </p>
<p>É importante que a pessoa que acompanha a grávida saiba onde está guardada a mala da maternidade pois, na altura, nem sempre a mãe consegue ir buscá-la ou está em condições de dizer onde a guardou.</p>
<p>Por isso fica aqui uma pequena lista, simples e muito útil, para os futuros pais elaborada pela nossa Enf.ª Carmen:<br />
<strong>Mala da Mulher:</strong><br />
O que a grávida <strong>não pode esquecer</strong> na entrada da Maternidade:<br />
1- Boletim de grávida e exames recentes;<br />
2- Kit de células estaminais;<br />
3- Plano de parto;<br />
4- Gelatina ou sumo de fruta sem polpa (para consumir durante o trabalho de parto) – confirmar com o hospital que é possível levar/consumir conforme protocolo de anestesia durante o trabalho de parto;<br />
<strong>Para o pós-parto:</strong><br />
1- Produtos higiene com cheiro neutro (alguns hospitais não têm disponíveis para dar às mães, por isso levem a vossa necessaire) – Optem por produtos sem cheiro para que o vosso bebé reconheça a mamã durante o momento pele a pele;<br />
2- Creme reparador para os mamilos (à base de lanolina e que não seja necessário retirar para o bebé mamar) ou óleo de côco (altamente reparador e com propriedades antifúngicas);<br />
3- Chinelos (tipo havaianas) – os nossos pés incham bastante no pós-parto!;<br />
4- Robe;<br />
5- Duas a três camisas de dormir abertas à frente para amamentar;<br />
6- Soutien de amamentação;<br />
7- Almofada de amamentação;<br />
8- Roupa para a saída – prática e que não seja apertada na zona abdominal!;<br />
9- Maquiagem – Para nos sentirmos bem depois da primeira noite de descoberta do nosso bebé!.<br />
TOME NOTA:<br />
– Não aconselhamos a levar anéis/pulseiras/brincos ou materiais de valor;<br />
– Todas as maternidades têm pensos higiénicos e cuecas descartáveis, pode levar as suas pois as do hospital têm um tamanho padrão e pode não ser confortável para si!;<br />
– Não precisa de levar toalhas, ocupam muito espaço e todos os locais disponibilizam.</p>
<p><strong>Mala do Bebé:</strong><br />
1- Três mudas de roupa + três body &#8216;s interiores – no Verão de manga curta e no Inverno de manga comprida. Lavar primeiro e cortar as etiquetas! Podem até separar por dias e fechar em sacos:<br />
2- Fralda de algodão (uma ou duas);<br />
3- Gorro;<br />
4- Lima de papel para limar as unhas – os bebés nascem com unhas compridas e arranham-se pelo que pode limar-separa minimizar os arranhões na face;<br />
5- Uma manta (não polar!) – para tapar o bebé;<br />
6- “Ovo” – nenhum bebé pode sair do hospital sem ser transportado corretamente no ovo;<br />
TOME NOTA:<br />
– Os produtos de higiene do bebé costumam ser facultados pelo Hospital, mas se fizer questão pode levar para o seu bebé os que pretende;<br />
– As fraldas também são fornecidas durante a estadia, mas podem levar uma extra no caso da ida para casa acontecer um “acidente”.</p>
<p><strong>Mala do Pai:</strong><br />
1- Muda de roupa e pijama (se acompanhar a mulher no hospital) + necessaire;<br />
2- Máquina fotográfica – para registar o momento mágico!;<br />
3- Snacks e moedas para máquinas de café – um trabalho de parto é longo e pode durar mais que 24 horas;<br />
4- Uma prenda para a mãe e para o irmão (caso seja segundo filhote) – optem por não oferecer flores podem ser uma fonte alérgica para o bebé”;<br />
A Enf.ª Carmen ainda refere para “confirmarem sempre com o local onde vão ter bebé, a lista que pedem para os casais levarem e cruzem com esta e com o que vocês tinham pensado.<br />
Se na listagem que vos derem aparecer chuchas e/ou mamilos de silicone, é sinal que este local não está acreditado como Hospital Amigo dos Bebés, pelo que o apoio à amamentação pode não ser o mais correto, estejam alerta!”</p>
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